quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Novas apresentações
Nesse domingo, aconteceu o 3º Ensaio da peça O Berço de Steinbeck, realizado nas dependências do Centro Cultural Municipal Laurinda Santos Lobo.
Os ensaios abertos fazem parte da proposta de aperfeiçoamento da arte de representar , visando a realização de futura temporada nos primeiros finais de semana de julho e mostrará ao público o resultado final do 1º módulo da Oficina de Capacitação de Produção e Montagem Teatral.
A importância do ensaio aberto reflete-se no próprio conceito desta montagem, onde o público integra a cena e transforma-se em personagem comtemplativo, permitindo aos atores interagirem com ele. O próximo ensaio será em 27/07, às 15h.
Já a temporada objetivará mostrar o trabalho final desenvolvido pelos alunos da oficina ministrada, durante três meses, pelo professor e diretor Samir Murad, que numa proposta extremamente ambiciosa adaptou a peça de John Steinbeck , contemplando-a com uma encenação audaciosa que ocupará diversos espaços do Centro Cultura em horário também fora do usual.
Temporada:
datas: 03 e 04/07, as 16h
Nadia Medella
Gestora do CCMLSL
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Irene Leonore Goldschmidt
A Sra. Morgan, dona de casa que vive em função da família, não aceita a partida de Henry seu único filho, para uma viagem incerta e perigosa...
IRENE LEONORE
Farmacêutica bioquímica e sanitarista, vem desenvolvendo paralelamente carreira como atriz, autora e produtora.
Em 1976 participou da fundação do Grupo Dia-a-Dia que por mais de 20 anos trabalhou no Rio de Janeiro em busca de um teatro popular, participando de peças como MARIA E SEUS CINCO FILHOS, QUANTO MAIS GENTE SOUBER MELHOR, ILHAS DO DIA-A-DIA, e HELP, PLEASE, A FANTASIA NÃO DESGRUDA!!!, todas de João Siqueira, direção coletiva.
Como autora, produtora, e também atriz, participou dos espetáculos infantis UM AMOR MUITO LOUCO, em 1998 e A HORA DO TIGRE BEBER ÁGUA, em 2000.
Atualmente participa da montagem da peça O BERÇO DE OURO, texto de John Steinbeck adaptado para o teatro por Samir Murad, dentro da oficina coordenada por ele no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.segunda-feira, 14 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Silvania Xavier e Bárbara Evelyn
Rita da Cassia
RITA DE CASSIA DE MORAES MACHADO
Trajetória Teatral
Nascida a 12 de julho de 1952 no Espírito Santo, iniciou sua experiência em teatro com José Fakury atuando como atriz nas peças:
1979 – HORA DE GUARNICÊ. Texto e direção José Facury
1980 – INFANCIA DOS MORTOS. Texto José Louzeiro, adaptação José Facury
TRAJETÓRIA COM O GRUPO DIA-A-DIA
Textos e idealização: João Siqueira
Direção coletiva
1980 – QUANTO MAIS GENTE SOUBER MELHOR
1981 – PELO BURACO DA FECHADURA
1981 – O OPERÁRIO, O BOI E O AUTOMÓVEL
1998 – UM AMOR MUITO LOUCO. Texto Irene Leonore, direção Silvio Curty
2000 – A HORA DO TIGRE BEBER ÁGUA. Texto Irene Leonore, direção coletiva
2001 – PAIXÃO DE CRISTO. Lona Cultural de Vista Alegre, direção Silvio Curty
2003 – PIXADO. Texto e direção Silvio Curty.
Michele Lima
Pedro Tornaghi
Os participantes do grupo
Direção: Samir Murad
Samir Murad, ator, diretor e professor de teatro está desenvolvendo uma oficina de interpretação no centro cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa, que tem no romance "O Berço de Ouro" de John Steinbeck o ponto de partida para uma encenação que se utiliza dos espaços do grande cenário, que é o próprio centro, e a partir de diferentes abordagens cênicas, realiza um espetáculo itinerante, onde os atores têm um estreito contato com o público e assumem diversos personagens para contar a história de Henry Morgan. O texto em questão, apesar de pertencer originalmente ao século XIX, tem na adaptação uma releitura contemporânea, que acredita na universalidade dos valores discutidos.
O Berço de Steinbeck
A vida de Henry Morgan, o pirata que todos temiam. O único romance histórico de Steinbeck. O jovem Henry Morgan, cujos olhos “avistavam além da parede e viam coisas incorpóreas”, deixou a casa em Câmbria depois de consultar o mago Merlin e de ouvir o oráculo através da avó Gwenliana. Em sua mente ainda ressoavam as palavras de Dafyd, que depois de viajar pelas índias voltou “a fim de chorar”. O Velho Robert, seu pai, continuou a contemplar seu destino, repassando as pequenas derrotas que dele escarneciam “como as crianças das ruas atormentam um aleijado”. A simplicidade da narrativa de John Steinbeck faz com que o leitor penetre no ambiente de Henry Morgan e viva com ele a sua luta, como quando o jovem embarca no Bristol Girl, pensando em iniciar o aprendizado que o levaria a líder dos bucaneiros, e vai aportar em Barbados, com enorme surpresa e choque irreparável. Mas o seu sonho de tornar-se o Capitão Morgan, terror dos espanhóis, perdurou sempre. Naquela época em que crescia a Irmandade Livre, aquartelada em Tortuga. Henry estava certo de que as previsões da velha Gwenliana seriam cumpridas. Depois que deixou Barbados, com uma pequena fortuna e foi rejeitado pelo nobre tio Sir Edward, iniciou no Ganymed suas aventuras de bucanejro. Mas o que diria Elizabeth, a menina que ficara em Câmbria? Ou a prima Elizabeth em Port Royal? A Inglaterra não estava em guerra com a Espanha, pelo menos as diplomacias viviam a contemporizar as relações. Então Henry Morgan era oficialmente um proscrito. Logo a imagem de Elizabeth era substituída pela Santa Vermelha, do Panamá. Todas as suas conquistas lhe desapareceram da memória. Precisava deitar-se no Berço de Ouro do Panamá... do inexpugnável e temido Panamá. A lenda da Santa Vermelha crescia entre os bucaneiros, e embora todos a desejassem e vivessem de sua lembrança imaginada, e amassem, temessem ou odiassem o Capitão Morgan, quem iria se aventurar a tamanha conquista? O autor penetra no âmago de Morgan, devassa-lhe as entranhas, o coração, a mente, como um audaz cirurgião. Morgan é herói, traidor, nobre, mesquinho, forte, pusilânime, pode ser mesmo cada um de nós, com as nossas aspirações e anseios, até que, por fim, chegamos a um final nem sempre esperado, quando outros olhos abrem-se em nós, para que possamos ver “além da parede”, mesmo depois de adultos. Berço de Ouro, do laureado escritor americano John Steinbeck, foi vencedor do Prêmio Nobel de 1962.
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